
Ser um professor no instituto não deixa de ter os seus desafios, dizem os professores. "Este não é um serviço estrangeiro romantizado", diz um deles. Uma breve conversa revela necessidade de treinamento mais intercultural e uma carga de aulas mais favorável.
Eun diz que achou as longas horas e horários divididos difícil. Foi "um pouco duro por que às vezes ensinávamos [das 6 da manhã] até as 9 da noite, e ficávamos presos ao instituto o dia inteiro", diz ele, acrescentando que embora a "Coreia seja um bom lugar para se trabalhar", tem-se que fazer alguns sacrifícios".
Antes de sua chegada na Coreia, nem todos os estudantes percebem que o programa de ensino pode requerer deles que dêem aulas às 6 da manhã. O Instituto está "cuidando dessas questões", diz Kim sobre as preocupações que os professores têm compartilhado.
Muitas vezes a disponibilidade do professor fora das horas de aula fazem a maior diferença na vida dos estudantes, contudo. Muitos dizem que apreciam ser convidados para a casa de um professor para conversa e amizade.
Paul Song lembra os primeiros tempos de seus estudos em 1995. Ele aprendeu inglês com um casal da Califórnia que eram "bondosos e me convidaram a passar tempo fora da sala de aula. Eles abriram-me o seu lar", ele recorda.
Song mais tarde uniu-se à Igreja Adventista e hoje trabalha como produtor de mídia na sede regional da denominação na região da Ásia-Pacífico Setentrional, em Illsan, um subúrbio de Seul.
As matrículas este ano na Samyook estão em 50.000, com 10.000 a menos do que no ano passado. Os oficiais da escola dizem esperar que as matrículas subam novamente após a passagem da epidemia de gripe suína.
Com o crescimento das matrículas surge a necessidade de progresso -- novas tecnologias, técnicas de teste e métodos de ensino, inclusive aprendizagem à distância, diz Kim.
Postada junto à porta de um novo laboratório de línguas, Kim explica que os estudantes passam por entrevista de proficiência oral dentro, um novo teste computadorizado que é avaliado nos Estados Unidos.
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